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AI-Ready · Executivo AI-Ready

As decisões da sua função — sobre IA e com IA — treinadas no exercício do seu cargo.

Cursos ensinam a usar a IA. Aqui você treina as decisões que o seu cargo exige — e sustenta o número sob questionamento. Com a própria IA como mesa, contraditório e alavanca.

Aprender e treinar sobre IA — com a própria IA

Usar IA é uma habilidade. Decidir sobre IA — e com IA — é um ofício: formular a tese, aprovar o capital, supervisionar o risco, defender o número. Onze meses por ano, o que a sua função exige é o segundo.

O centro do programa é o aprendizado: treze competências de decisão, praticadas em simulações com personagens-agentes, no Teste Ácido e no Preparar Apresentação. As funcionalidades vêm depois — como diferenciais, não como argumento.

Todo curso ensina o business case de IA. Nenhum treina defender o orçamento da sua função — com IA como alavanca — sob challenge.
O que você vai aprender

Treze competências. Cada uma abre com uma frase do que você passa a fazer.

01Como a IA funciona, onde ela erra e o que isso custa na decisão executiva
Entender sistemas preditivos, generativos e agênticos no nível de quem decide: o que cada um faz bem, como falha de forma previsível, o que dirige o custo em produção — e quando o problema não pede IA.
02Tese de valor: escolher onde a IA entra primeiro e onde ela não entra
Converter a pressão por “fazer IA” numa carteira priorizada e defensável: partir de um problema de negócio nomeado, separar ganho de eficiência de mudança de modelo e recusar, por escrito, a iniciativa sem valor demonstrável.
03IA no próprio ofício do executivo: preparo, análise e decisão sem terceirizar o julgamento
Extrair alavancagem real da IA no trabalho de direção — preparo de reunião, leitura crítica de material de decisão, cenários, comunicação institucional — protegendo o confidencial, verificando a saída e mantendo o próprio critério diante de uma recomendação bem redigida.
04A conta da IA: custo, ganho medido e decisão de escalar, manter ou encerrar
Dimensionar o que a solução consome (licença por assento ou custo por consumo, mais a operação que só aparece em produção), registrar a linha de base antes de mudar, medir o ganho realizado — e decidir escalar, manter ou encerrar com número, não com percepção.
05Dados como pré-condição: o que a empresa precisa ter antes de prometer IA
Julgar a condição do dado que sustenta ou inviabiliza a iniciativa — origem, qualidade, propriedade, acesso e fragmentação entre sistemas — e o custo e o prazo reais de arrumá-lo antes de assumir compromisso de resultado.
06Do piloto à operação: redesenhar o processo em vez de acoplar a ferramenta
Levar a iniciativa do piloto à operação diária redesenhando a etapa de trabalho — fluxo, papéis, ponto de conferência, critério de aceite e plano de falha — em vez de sobrepor a ferramenta a um processo intacto.
07Governança interna de IA: política, alçadas e quem aprova o quê
Instituir e fazer valer a regra interna de uso de IA — o que é permitido, o que exige aprovação prévia, quem revisa antes de a decisão sair e o que fica registrado — calibrada ao estágio e ao risco da organização.
08Dado pessoal na mesa do executivo: base legal, fornecedor e decisão automatizada
Decidir sobre tratamento de dado pessoal em iniciativas de IA — finalidade, base legal, minimização, transferência a fornecedor, direito de revisão da decisão automatizada — sabendo o que é alçada própria e o que exige parecer do encarregado ou do jurídico.
09Segurança e fraude assistida por IA: exposição da empresa e prontidão a incidente
Reconhecer os vetores que a IA abre contra a empresa — voz e vídeo sintéticos em autorização de pagamento, engenharia social, ferramenta não aprovada com dado interno, agente com permissão além do necessário — e instituir verificação e resposta a incidente que não dependem de reconhecer a face ou a voz de quem pede.
10Regulação aplicável ao negócio: o que já vale, o que está vindo e o que fazer agora
Reconhecer o mapa normativo vivo do próprio setor — proteção de dados em vigor, projeto brasileiro em tramitação, regime europeu com efeito extraterritorial, norma setorial, referencial de gestão de risco — e convertê-lo em classificação dos casos de uso sob a própria alçada e em salvaguarda proporcional.
11Pessoas e trabalho com IA: redesenho de função, capacitação e o que se diz ao time
Conduzir o efeito da IA sobre o trabalho das pessoas: que tarefas mudam em cada função, que capacitação bancar, uso efetivo medido em vez de licença contratada — e o que dizer ao time sobre rotina, avaliação e emprego, com revisão humana identificável quando a IA entrar em decisão sobre gente.
12Prestar contas sobre IA: conselho, cliente, mercado e regulador
Prestar contas sobre IA — o que foi investido, o que já dá retorno, que risco existe e que salvaguarda está posta — com número rastreável até quem o apurou e sem afirmar capacidade que a empresa não tem em produção.
13Ler o que vem pela frente e converter em decisão de agora
Separar o que já está disponível comercialmente do que foi apenas anunciado e do que é expectativa de mercado — e converter a leitura em decisão datada: comprometer orçamento agora, testar em escala pequena ou adiar, com um gatilho observável que traz o tema de volta à pauta.

As treze competências são praticadas em simulações, no Teste Ácido e no Preparar Apresentação. Camada opcional: módulos de aplicação por função (CEO, CFO, CMO, CHRO, CIO/CTO/CDO, COO, CLO/GC, CSO). O conteúdo é revisado em semanas quando a regulação ou o mercado mudam.

A mesa antes da mesa

Simulações realistas, desenhadas por quem fez isso pessoalmente e ao vivo, por 23 anos. Na sala, personagens-agentes de IA independentes — cada um com papel, informação e objetivos próprios. Você decide sob pressão de tempo e contraditório, sem plateia e sem custo político.

O CEO. Quer a decisão hoje. Tem uma preferência e não a declara.
O CFO. Pede o custo total e a sensibilidade — e sabe quando o número foi arredondado.
O fornecedor. Traz urgência de mercado. Parte dela é real.
O jurídico. Lembra o que a norma exige — e o que ela ainda não diz.
Você. Decide. Sem plateia, sem custo político, com o contraditório que a reunião real teria.
A1A2A3A4VOCÊCASO

Preparação

Você recebe o material do caso e os gatilhos — o que a mesa sabe, o que cada personagem quer, o que está em jogo. Prepara-se como se preparou para a reunião de verdade: com IA, se quiser.

Reunião ao vivo

Por voz, em tempo real, com os personagens-agentes. Eles discordam, pressionam, omitem, pedem o número. Você conduz a mesa até uma decisão.

Artefato e debriefing

Uma recomendação, um voto, um plano — o artefato que a reunião exigiu. Depois, o debriefing privado: o que você fez, o que isso praticou e o que fica como hipótese.

Dado confidencial nunca entra: o caso é construído para a simulação. Sigilo não é política — é arquitetura.

Diferenciais — depois do que se aprende

Teste Ácido

A sua proposta ou posição sabatinada antes da reunião de verdade — por uma IA desenhada para ser desafiadora, não para concordar.

Preparar Apresentação

A informação que falta pedir e o Q&A provável do Comex ou do conselho, montados antes da reunião.

Sigilo por desenho

Protocolo de perímetro, sem integrações automáticas, isolamento por participante, independência de fornecedor.

Conteúdo revisado em semanas

O mapa de temas entra por ingestão, sem retreino. Quando a regulação ou o mercado mudam, o programa muda no mesmo mês.

O que você recebe ao fim de um ciclo

O debriefing é privado e descritivo. Ele fala do que você fez diante dos casos — não de quem você é.

  • Visão geral do seu processo: como usou a preparação, que estímulos endereçou, como acessou os personagens, como contribuiu na reunião e como conduziu à decisão.
  • Três a cinco pontos fortes ligados ao que cada simulação praticou.
  • Três a cinco reflexões, apresentadas como hipóteses para situações reais — nunca como prescrição.

Nenhum resultado é compartilhado com terceiros. Em turmas contratadas por empresas, a devolutiva ao contratante segue o que o contrato define, sempre em nível de turma.

O que não fazemos

  • Não prevemos desempenho.
  • Não emitimos juízo sobre a pessoa.
  • Não substituímos a decisão do conselho nem do executivo.
  • Não recebemos dado confidencial.
  • Não há camada humana escondida no fluxo: o que é IA está declarado como IA.
Quadro vivo — Executivo

Dados com fonte sobre IA e decisão executiva no Brasil.

Análise1 de 2

Todo mundo mede o que você faz com a IA ligada. Nós medimos o que sobra quando ela desliga.

As três perguntas que nenhum certificado de participação responde.

Dado com fonte1 de 3
61%
das empresas brasileiras dizem que a IA gerou pouco ou nenhum impacto no negócio.
ⓘ Fonte
Amcham Brasil / Humanizadas, Panorama 2026 — 629 executivos
Como contratar

Ciclo individual

Para quem decide por conta própria. Contratação online, com cartão de crédito.

  • Ciclos de 3 meses
  • Acesso à plataforma, às simulações do ciclo, ao Teste Ácido e ao Preparar Apresentação
  • Debriefing privado ao fim do ciclo
  • Renovação por novos ciclos de 3, 6 ou 12 meses
  • Valores e condições na página de contratação
Contratar ciclo individual

Turma fechada

Para empresas e conselhos. Dez participantes por turma; contrato e faturamento direto — não pelo site.

  • Turma de 10 participantes por ciclo de 3 meses
  • Casos adaptados ao setor, sem dado confidencial da empresa
  • Devolutiva ao contratante em nível de turma, conforme contrato
  • Pagamento por fatura ou boleto
Pedir proposta para turma
Perguntas frequentes
?Preciso saber programar ou entender de modelos?
Não. O programa trata de decisões — formular, aprovar, supervisionar, defender — e o nível técnico é o de quem decide, não o de quem constrói.
?Quanto tempo por semana?
Cerca de duas a três horas, entre preparação, simulação e ferramentas de preparo. As reuniões ao vivo duram de 45 a 60 minutos.
?O que é a demonstração?
Uma sessão individual em que você vive um trecho de simulação e recebe uma devolutiva. A solicitação é feita pelo site; o agendamento, por e-mail.
?Posso usar o conteúdo da minha empresa nas simulações?
Não — por desenho. Os casos são construídos para a simulação e nenhum dado confidencial entra na plataforma. Em turmas fechadas, os casos são adaptados ao setor, não à empresa.

Conheça o programa antes de decidir.

Solicite uma demonstração: uma sessão individual, com devolutiva e sem compromisso.